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O australiano Geoffrey Ostling, 62 anos, quer doar a própria pele tatuada a um museu ou galeria de arte no país quando morrer. O professor de história aposentado começou a tatuar o corpo aos 42 anos, e considera as 62 tatuagens espalhadas pelo corpo "uma obra de arte".
"Quando eu morrer meu corpo vai junto, e não quero que todo o trabalho que tive seja enterrado comigo", disse ele, que contou também que o museu nacional de Camberra já o questionou sobre se ele realmente consideraria fazer a doação. (Terra Popular)
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Seria uma boa idéia se a Dercy tivesse feito o mesmo, não cham?
Anildson Ribeiro

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